De desconhecido a fenômeno na política palmense, o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha aguarda desde a última eleição municipal, uma nova chance de disputar a prefeitura da capital. Desde que renunciou ao cargo em 2018 para disputar o mandato tampão de governador do estado e ter amargado de lá para cá sucessivas derrotas, o ex-gestor tem deixado claro que cometeu um erro ao deixar a prefeitura naquela ocasião e tornou-se adversário ferrenho da sua ex-vice, hoje prefeita Cinthia Ribeiro. Amastha espera ansioso para voltar.
O problema é: Depois de ter ficado sem mandatos, Amastha ainda tem espaço para crescer e voltar competitivo para disputar o paço municipal? Quem herdou parte importante do seu eleitorado? É possível reaver?
É inegável que ele construiu uma chapa de vereadores no PSB e fez uma boa bancada em 2020, e depois conseguiu eleger um deputado estadual na eleição de 2022. Mas, seu projeto seria abraçado por estes parlamentares hoje? Tem parlamentares do seu partido que são da base da prefeita Cinthia sua principal adversária. E na Assembleia não é diferente, o deputado Moisemar Marinho (PSB) é alinhadíssimo com o Palácio.
Amastha precisará de habilidades para não perder mais. E no seu caminho estão Janad Valcari e Eduardo Siqueira Campos. Janad lidera as pesquisas na capital, e assim como Amastha é ferrenha opositora à Cinthia. Isso une os dois. Já Eduardo Siqueira de tom moderado navega também em campos que já foi de Amastha e a amizade construída ao longo dos anos com os Gomes que também são próximos de Amastha pode lhe atrapalhar numa articulação futura.
Outro fator que pode pesar numa possível composição é o histórico polêmico do ex-gestor em relação aos grupos políticos do Estado, acusando muitas vezes de velha política, ele desagradou alguns dirigentes.
O lado positivo é que ele ainda é lembrado por muitos palmenses pelo trabalho que executou na cidade, os investimentos e, sobretudo, na forma de como ele vendeu a imagem da cidade para fora do município e inclusive para outros estados. Ele ainda tem o que mostrar, e sabe fazer marketing pessoal como poucos.
As pesquisas divulgadas até agora o traz na segunda colocação, porém, o Governo do Estado e Prefeitura ainda não tem candidato definido. Quando isso acontecer é que de fato podemos ver como ficará a situação de Amastha. Caso Palácio e Paço tenham o mesmo candidato e nessa hipótese não seria Janad, a Amastha caberá decidir se apoia Janad e lança uma candidatura a vereador para fazer uma bancada forte e não ficar mais sem mandato como já é comentada em rodas de conversas na cidade ou arrisca tudo e tenta convencer o eleitor que ele merece mais uma chance no comando da capital.
Se aliar a Eduardo seria uma hipótese interessante, porém, qual dos dois vai ceder? Nas rodas de conversas políticas, principalmente na oposição ao Paço, Amastha é lembrado e desejado para fazer composição, mas para ser a cabeça da chapa são outros quinhentos.
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