A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) divulgou nesta terça-feira, 31, os dados sobre a cobertura vacinal dos animais contra a raiva dos herbívoros em 2022, no Tocantins. Foram vacinados 5.389.265 bovídeos, o que representa 49,9% do rebanho tocantinense. Esse número é 49,82% a mais que a cobertura vacinal de 2021, quando foram vacinados 3.597.262 animais.
Pelo balanço das ações desenvolvidas pelo Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros (PECRH) no ano passado, também foram vacinados contra a raiva dos herbívoros, 2.818 equídeos e 914 ovinos e caprinos. Já as ações de capturas do morcego hematófago somaram 314 em 290 abrigos, onde foram capturados 903 morcegos desta espécie.
Ainda em 2022, houve registros de 23 casos de raiva dos herbívoros. Conforme o levantamento, a Adapec atendeu demandas de 741 produtores rurais e prestou orientações quanto aos cuidados contra a doença para 1.346 pessoas. Atualmente, os abrigos cadastrados pela Agência no Estado somam 964.
O responsável técnico pelo PECRH, Raydleno Mateus Tavares, disse que o alto índice de cobertura vacinal demonstra a responsabilidade dos produtores rurais no controle da zoonose no Tocantins, mesmo a vacinaçâo nâo sendo obrigatória. “A vacinação dos animais contra a raiva dos herbívoros é uma das principais formas de prevenção contra essa doença. Por isso, a Adapec orienta os produtores rurais que estão em regiões de maior risco a vacinarem seus animais,” ressaltou Raydleno Tavares.
A Adapec orienta que o produtor vacine anualmente todos os seus animais a partir de três meses de idade, e destes animais, os primovacinados devem receber uma dose de reforço após 30 dias para uma imunização efetiva.
A Agência executa outras ações de controle da raiva dos herbívoros, como vigilâncias ativas, controle da população do morcego hematófago Desmodus rotundus, que é o principal transmissor da raiva, monitoramento de abrigos e orientação aos produtores rurais.
Sintomas da raiva dos herbívoros
O animal infectado pelo vírus da raiva apresenta alguns sintomas como: isolamento do restante do rebanho, apatia, perda de apetite, salivação abundante e dificuldade para engolir. Com a evolução da doença, tem movimentos desordenados, tremores musculares, ranger de dentes, decúbito lateral seguido de morte que ocorre em média de 3 à 6 dias.
Em caso de suspeita da doença, espoliação em animais domésticos ou sobre a presença de abrigos de morcegos hematófagos em suas propriedades. Este produtor pode entrar em contato por meio do Disque Defesa no 0800-063-1122 ou dirigindo-se pessoalmente ao escritório da Adapec do seu município.
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