Na sessão de reabertura dos trabalhos da Câmara Municipal de Palmas, realizada em 1º de agosto de 2023, o vereador Rogério Freitas (PSD) usou a tribuna para levantar questões críticas sobre o recente concurso da Guarda Metropolitana de Palmas. O parlamentar, conhecido por sua atuação incisiva na defesa dos direitos dos cidadãos, não poupou críticas ao processo de seleção, apontando uma série de inconsistências que, segundo ele, comprometem a lisura e a transparência do concurso.
"Quem fez o concurso, quem fez a inscrição precisa de respostas", disse o vereador Rogério Freitas. "Nós vemos o Dr. Indiano Soares, que milita muito bem como advogado nas classes de segurança do nosso estado, manifestando-se em veículos de comunicação sobre erros cometidos durante o TAF, como, por exemplo, a não entrega da ficha de avaliação para o concurseiro, para que ele pudesse, então, recorrer de eventuais problemas que viessem a acontecer."
O vereador também expressou preocupação com a falta de filmagem do TAF, uma prática comum em outros concursos públicos para garantir a transparência e a lisura do processo. Ele teme que a falta de filmagem possa lançar uma "cortina de fumaça" sobre o concurso, prejudicando a confiança dos candidatos no processo.
"A ausência de filmagem durante o TAF lança dúvidas sobre a transparência do concurso. Isso é prejudicial para a lisura do processo", afirmou o vereador Rogério Freitas, destacando a importância da documentação visual para garantir a integridade do concurso. "Quero expressar publicamente meus parabéns ao Dr. Indiano Soares. Sua disposição em enfrentar essas questões, aliada à sua vasta experiência jurídica na defesa dos membros das forças de segurança, é digna de reconhecimento. Quero assegurar aos cidadãos de Palmas que, como representante na Câmara Municipal, estou atento e comprometido em acompanhar de perto todas as questões relacionadas a esse concurso."
Além das questões relacionadas ao concurso da Guarda Metropolitana, o vereador Rogério Freitas também criticou a gestão da saúde no município de Palmas. Ele destacou a falta de medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde da Família e nas UPAs, e afirmou que a Câmara Municipal de Palmas continuará vigilante em relação a essas questões.
"É preciso que a sociedade palmense saiba que a Câmara Municipal de Palmas, juntamente com os órgãos de controle e fiscalização, tem feito esses enfrentamentos. Infelizmente, a saúde pública não tem sido uma prioridade para a atual gestão e, por não ser prioridade, a gestão da saúde tem deixado a desejar", concluiu o vereador. "Continuaremos vigilantes, pois a saúde pública é um direito de todos e um dever do Estado."
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